Miss Jean Brodie é daquelas figuras marcantes, inesquecíveis, que não são marcantes, nem inesquecíveis, mas que apenas beneficiaram de serem as primeiras do género. Mais tarde, encontramos pessoas iguais, mas já não é novidade.
Brodie usa o seu narcisismo como método educativo. Educou bem, mas não bem como queria.
O estilo fluído e espirituoso dá uns tons róseos ao que é sobretudo uma história de manipulação, crueldade associativa e mediocridade romantizada.
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