(...)the Earth is round, let us not be too attached, then, to directions. And this was understandable – to someone from nowhere, every movement turns into a return, since nothing exerts such a draw as emptiness.
«I can’t extract nutrition from the ground, I am the anti-Antaeus.» Lembrei-me das plantas aéreas ao ler isto.
No livro a ideia a identidade não está tão ligada ao lugar como ao movimento; no entanto, há uma obsessão com a permanência: as relíquias religiosas, a plastinação, a escrita...
É mais elegante do que Énard e menos forçosa, nas ligações que sugere, do que Sebald, mas insere-se nessa tradição de recontadores ambulantes. O estilo vinhetista e as histórias entrecortadas deixaram-me com vontade de ler mais.
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