Wim Wenders gosta dessas odisseias de trabalhos auto-impostos. Os personagens andam sempre à procura de qualquer coisa e movimentam-se muito nesse sentido. Aparece outra vez a obsessão (um misto de fascínio e nojo) com a cultura americana. O herói anda à procura de descrever o novo (América) e encontra uma rapariga (nova) que o obriga a encontrar o velho (a avó dela, a terra onde ele nasceu, uma fotografia de Lang num jornal). Parecem contentes no final.

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