Achei interessante a escolha de um adolescente como narrador. O pensamento binário da adolescência é um contraste perfeito para os problemas complexos dos retornados. Aliás, o narrador – que até vai ajustando como pode a sua perspectiva – só é em ponto pequeno e justificável o que muitos foram e são com muito mais agravo. Nada é simples.
Lembrou-me Salinger na maneira como evita o melodrama com apontamos humorísticos e pormenores evocativos.
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